A esquerda acaba de ganhar as eleições no México. Pense-se no drama que isso significará para toda a América. E ainda haverá alguém no Brasil que por purismo ou por vaidade queira brincar de votar nulo ou em candidatos nanicos? Não sejamos covardes nem hipócritas: engajemo-nos decididamente na campanha pela eleição de Bolsonaro. Isso não significa abrir mão de nenhum ponto da doutrina católica; sempre a defenderemos integralmente qualquer que seja o presidente. Mas cada um de nós será corresponsável do bem ou do mal que possa advir destas eleições.