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A ONU e a Questão da Palestina, merkitsijänä ONU Brasil
As Nações Unidas têm trabalhado na questão da Palestina praticamente desde a fundação da Organização, em 1945. Em 1947, a Assembleia Geral da ONU, presidida na ocasião pelo brasileiro Oswaldo Aranha, determinou a divisão do território da Palestina, então sob dominação colonial inglesa, em dois Estados independentes – um árabe, o outro judeu – com uma administração internacional especial na cidade de Jerusalém, considerada sagrada pelas três religiões monoteístas. O Estado de Israel acabou sendo criado em 1948. Um Estado árabe independente ainda deve ser estabelecido. Em 2011, a Autoridade Nacional Palestina (ANP) tentou, sem sucesso, que o Conselho de Segurança da ONU aprovasse a Palestina como Estado-Membro das Nações Unidas. Atualmente, a Palestina – formada pelas partes da Cisjordânia controladas pela ANP, mais a Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental – tem status de Entidade Observadora Permanente. Recentemente, o Presidente da ANP, Mahmoud Abbas, anunciou que, ainda neste ano, pediria à Assembleia Geral da ONU para reconhecer a Palestina como Estado Observador “não membro” da Organização. Além de participar ativamente no difícil processo de paz, com o objetivo final de ter dois países, Israel e Palestina, vivendo lado a lado em segurança recíproca, a ONU está empenhada em ajudar a população palestina e, em particular, os milhões de refugiados que vivem nos territórios ocupados por Israel e nos países da região. E você, conhece a História da Palestina nas Nações Unidas? O Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) traduziu e atualizou a versão online em português da exposição sobre a ONU e a Questão Palestina produzida pelo Departamento de Informação Pública (DPI) da ONU. A exposição conta ainda com um histórico da solidariedade e da cooperação entre o Brasil e o povo palestino. Acesse também dois vídeos especiais, um sobre o tema da exposição – http://youtu.be/fQWkTJ1Y57E – e outro sobre o trabalho da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados Palestinos (UNRWA) – http://youtu.be/Qshz3wv6Z60 Leia ainda a mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, para o Dia Internacional de Solidariedade com o Povo Palestino: http://bit.ly/PalestinaSG2012 Acesse a exposição abaixo passando imagem por imagem: 
12 kommenttia
José Arnon
Que Deus os ajude! E o homem deixe de ser miserável e parre com as guerras.
Regina Cláudia Maletta
Concordo com você LuanaR. Cavalcante , em tudo , uma colocaçaõ brilhante da real situação entre árabes e judeus. Os judeus , não tem apoio nenhum da mídia. São na realidade vitímas de mentiras e inverdades. Sempre, são os " culpados" perante as notícias publicadas em suas maiorias. Gostaria muito de vera
Regina Cláudia Maletta
Gostaria muito de ver a verdade dos fatos e não a hipocrisia que teimam em divulgar. A justiça será feita para Israel ! Eu tenho esperança que palestinos e judeus, serão cuidaddos pelas autoridades competentes .Paz no mundo !!!
Regina Cláudia Maletta
Acho, que a ONU, naõ zela por Israel . A muitos anos os Israelitas sofrem com ataques e ninguém divulga e nem ...prestam ajuda . Que tal ajudar ?...Acho, que colocar fogo na fogueira naõ é bom ... as labaredas podem deixar marcas na alma !... Assim é uma guerra e o mundo quer paz e não disputas de egos.
Regina Cláudia Maletta
Devemos amar a todos os povos do mundo!...
Felipe Augusto
Quem quer a terra de quem Luana R. Cavalcante?Quem controla e rouba territórios a cada bombardeio,invasão ou guerra?Compare os mapas das limitações de territórios pela resolução da ONU,e veja quem ganhou e quem perdeu.
Ito Amaral
Por que os palestinos ainda não têm seu estado? Vejam a resposta clara nesse vídeo. Só não entende quem não quer!!! http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=9EH64pXz1TM
Ker Lee
pra Nayara Morais, q é uma pessoa mui informada
Gilson Souto Maior Junior
A verdade é que a terra pertence aos judeus. Eles habitavam aquela terra até serem expulsos pelos romanos em duas guerras (66-70 d.C. e 132-135 d.C.). Os que ficaram naquelas terras tiveram que viver sob o estigma de terem "matado" a Jesus Cristo, sendo perseguidos pelos romanos, depois por cristãos e pelos muçulmanos após a expansão árabe. Nada mais legítimo que dar a terra a eles. Agora, por que a Jordânia não recebe os palestinos já que é maioria naquela região? Tratar bem os palestinos é uma boa iniciativa, mas não podemos rasgar a história. Se faz necessário que os palestinos reconheçam Israel como nação. O Hamas e os radicais precisam entender que esse é o princípio para o estabelecimento de uma futura nação palestina.
Marina Moreno
Um absurdo o comentário de que a ONU não zela por Israel, pura ignorância !